Aceitação é o início da transformação

“Aceitação é o início para transformação! Muitas vezes queremos entrar no processo de transformação, mas não aceitamos o que está acontecendo, não aceitamos nossa vida, não aceitamos as pessoas. Para poder iniciar qualquer processo, precisamos primeiro de tudo aceitar, aceitar-se em total plenitude, aceitar-se cada pedacinho do nosso corpo, cada situação, aceitar a nossa realidade, nossa história de vida. Pois só somos o que somos hoje devido à nossa história de vida. Vou lhe ajudar, para que você a partir de agora aceite-se como você é. Sugiro que repita pra você cada palavra, com convicção e certeza que tudo vai mudar, pois você quer aprender a se aceitar e se amar incondicionalmente. 💞A partir de agora eu me aceito como eu sou, sem restrições. Aceito cada célula do meu corpo, cada órgão, cada pedacinho do meu corpo, dos pés a cabeça, cada parte que eu gosto e aquelas que não gosto muito, aceito-me como um ser evolutivo que sou. Aceito a minha história de vida, aceito cada pessoa que passou na minha vida, aceito cada pessoa que está nesse momento presente em minha vida, aceito toda a minha realidade nesse momento, aceito tudo que eu tenho, e aceito ser merecedor de ser muito feliz, aceito ter muito sucesso, aceito ter uma vida plena e próspera e abundante, aceito ser um ser de luz. Aceito que eu sou o eu sou. Gratidão 💞 🙏. Assim seja.”

Psicóloga Lourete Ribeiro

Brincadeiras de Criança

Brincadeiras de Criança

Muitos desconhecem, pois lhes fogem à época. Outros tantos já não se lembram, pois se perderam no tempo. Porém não poucos, embora a distância, ainda as guardem na lembrança: as brincadeiras de criança…
As enormes áreas eram testemunhas de muitas alegrias e as ruas proporcionavam não só o caminhar, mas também o brincar. Os grandes quintais eram concorridos, com todas as opções que ofereciam, e suas frondosas árvores eram fontes inesgotáveis de recursos, para o balanço, a casa, o esconderijo…
Locais para diversões não faltavam, proporcionando possibilidades para as mais diversas brincadeiras, como as de roda, a bandeirinha, a amarelinha, o pique e muitas outras…
Os pais não tinham lá tanta preocupação com o andar de bicicleta, de patinete ou de carrinho de rolimãs.
Mas os espaços tão amplos foram diminuindo. Os veículos tomaram conta das ruas e os grandes quintais cederam lugar aos mais variados tipos de imóveis.
Em paralelo, o setor tecnológico ampliou o seu negócio. A TV cada vez mais adentrou os lares, proporcionando um novo tipo de lazer. A comodidade oferecida encontrou apoio, ante a gradativa redução dos espaços.
E aquelas brincadeiras, tão sadias e colaboradoras ao desenvolvimento infantil, foram sendo deixadas de lado, esquecidas…
Surgem os jogos eletrônicos nas mais variadas formas. E assim lá se vão, muitas horas frente a esses estímulos audiovisuais.
Embora as vantagens por um lado, existem as desvantagens por outro, como a falta de contato com as coisas da natureza, como o sol e o ar puro, além do refúgio na individualidade e o favorecimento às disfunções metabólicas, como a obesidade e outras situações nocivas à saúde.
Energia artificial é necessária, inovações tecnológicas de lazer devem ser estendidas à infância, mas não se pode esquecer da força natural, da energia que nasce e cresce dentro de cada criança e que precisa ser libertada, desenvolvida…
Criança necessita de integração, socialização, movimentação e espaço, dar asas à sua imaginação. E para isso, nada melhor do que incentivar, proporcionar e preservar algo que lhe é tão peculiar e inerente, as suas próprias brincadeiras. Espontâneas, criativas, naturais, elas são elementos importantíssimos para um crescimento saudável e, consequentemente, uma vida mais feliz.

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
gvm.vieira@terra.com.br
Tels.: (41) 3223-9101 – 9 9141-3141

Antropologia, Filosofia e Psicologia

Antropologia, Filosofia e Psicologia

Há muito tempo atrás, os fortes temporais que desabavam sobre a face da terra traziam o pânico, quando os relâmpagos irrompiam, repentinamente. Os estrondos, causados pelos trovões, não eram menos assustadores.

O sol e a lua eram divindades, simbolizando algo que não se conhecia, pois existiam, e tinham que ter suas finalidades.

O fogo, recém-descoberto, passou a ter utilidades, não servindo apenas para causar queimaduras.

Outras associações e descobertas faziam parte desse contexto lento, porém gradativo da pré-história. Peles de animais transformaram-se em vestimentas. Pedras e madeiras foram se transformando em variados tipos de utensílios. Pinturas na rocha e outras marcas deixadas escondiam enigmas a serem decifrados.

E assim, o antigo homem necessitava, instintivamente, associar, referenciar e simbolizar, fatos presenciados e vividos.

Essas transformações careceram de um estudo amplo e abrangente, que se reportasse às raízes mais antigas. Surge então a Antropologia, com a tarefa de estudar a evolução do homem, em seu contexto biológico, social e cultural.

Mais tarde, na sequência evolutiva, uma nova fase. É o ser humano que faz indagações, que almeja por respostas. Quer ampliar o saber, quer conhecer a si próprio e o modo de interagir, com tudo o que lhe rodeia. É a fase da procura por um saber, que possa desvendar mistérios, explicar causas e efeitos. É a Filosofia, com os pensadores, com os sábios…

Sócrates, Platão, Aristóteles e Pitágoras, foram alguns dos que sabiam da necessidade do saber, em toda a sua magnitude cultural e social. Na oratória, nos provérbios, pensamentos e textos, as associações e símbolos também se faziam presentes. Levavam à reflexão, nos ensinamentos, conselhos e exortações ao crescimento do homem, quanto aos valores, éticos, morais e espirituais.

Bem mais adiante, hipóteses e interpretações tentam decifrar associações, referências e símbolos, que ainda se fazem presentes na busca por si mesmo. Realidades internas e externas. Pensamento, comportamento, hereditariedade e meio ambiente. Condicionamento, motivação, aprendizagem, estímulo e resposta… É a Psicologia, se propondo a desvendar, entender e auxiliar, em questões as mais diversas, principalmente naquelas que envolvem o âmbito psíquico e emocional. É a ciência do auxílio à amplitude do contexto do ser, do ser humano, em suas buscas, em seus questionamentos, anseios e diversas necessidades. Em quais questões sejam, esse conhecimento se esforça para também decifrar, elucidar e responder as insatisfações e inquietações humanas.

Passaram-se os anos e séculos, milênios e épocas, mas as buscas não cessam, continuam.

E aí estão: Antropologia, Filosofia e Psicologia, diferentes em suas definições, iguais em seus objetivos, de estudar e compreender, de contribuir e auxiliar. Três ciências unidas, nos aspectos cultural, social e mental. Uma integração de conhecimentos, visando proporcionar melhor entendimento e condições, para uma vida mais consciente e estruturada, equilibrada, harmoniosa e feliz.

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
Tels.: (41) 3223-9101 – 9 9141-3141
gvm.vieira@terra.com.br

Vendavais da Vida

Vendavais da Vida

Procura-se por quem ainda não se molhou!… Seja garoa fina, forte chuva ou temporal, certamente as intempéries da vida já se fizeram presentes na vida de alguém.
O curso da existência humana é tal qual o tempo, ora firme e ensolarado, ora chuvoso ou nublado.
Muitas vezes confiável abrigo sucumbe repentinamente, sob forte tempestade. Outras vezes, sólidos castelos de ontem, desmoronam-se hoje, face a um vento mais forte. Árvores, outrora rígidas, quedam e jazem inertes, após uma tormenta.
O sopro dos ventos não encontra obstáculos, ante a imprudência. A força das ondas não se detém, ante a teimosia. A imperceptível maresia, que lentamente corrói, não encontra dificuldades para minar a estrutura interior. O estrondoso trovão abala as estruturas e os alicerces. O forte aguaceiro encontra brechas. Abala-se a casa por um lado e fragiliza-se o lar, por outro.
E assim, de tempos em tempos os ciclos da vida se mostram presentes, pois, apesar da experiência, constrói-se novamente na areia e não na rocha.
E tal qual o tempo, que muitas vezes se desestabiliza de repente, são as inesperadas situações que fogem ao controle… A perda do vestibular. A separação inevitável. A gravidez precoce da filha. O desemprego do filho. O acidente repentino. A doença antes não diagnosticada. A aposentadoria compulsória… E vai por aí. Entre tufões, furacões ou tempestades, alterna-se a estabilidade com a instabilidade.
Viver não é diferente. As oscilações são necessárias, fazem parte de um contexto. As marés se alternam, em baixa e alta. Após a chuva torrencial o ar fica mais leve, respira-se melhor. Após o rio voltar ao seu leito, as terras antes inundadas tornam-se mais férteis. Depois de vento mais forte, a árvore não consegue esconder as folhas amarelas, os galhos secos e os frutos inservíveis, espalhados ao seu redor. Mas é melhor para ela, pois revigora-se. O inverno congelante e muitas vezes sombrio, é uma preparação, para o verde brilhante e a renovação da primavera.
Constata-se então, existir sempre um porém, um entretanto ou todavia… Em meio à forte tormenta, os raios atingem mais rápido as rígidas e imponentes árvores, já o bambu protege-se como pode e retorna ao prumo, altivo e sorridente, por ter enfrentado e saído incólume da borrasca.
Sejamos, pois, maleáveis como este. Sejamos pacientes, persistentes e determinados nas adversidades, sabendo que desta forma enfrentaremos e sobreviveremos às não poucas e tão difíceis situações que encontramos na vida.
Estaremos assim preparados para enfrentar as tão inesperadas mudanças climáticas da existência, os tão temidos, porém inevitáveis, e muitas vezes necessários, vendavais da vida…

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
Tels.: (41) 3223-9101 – 9 9141-3141
gvm.vieira@terra.com.br

Pós Graduação Logoterapia 2018

Pós Graduação Logoterapia 2018

A ALVEF- Associação de Logoterapia Viktor Emil Frankl de Curitiba, leva ao conhecimento de todos os interessados, que está sendo aberta nova turma para o Curso de Pós-Graduação Latu Sensu “Especialização em Logoterapia e Análise Existencial”, para início nos dias 27 e 28 de abril de 2018.

Forma de Oferta: Presencial – Em Curitiba/PR-

Carga-Horária: 360 horas.

Coordenadores: Sheila Maria Hesketh Rabuske (CRP-08/0845) e Guilherme Falcão (CRP- 08/ 04130)

Público-Alvo: O curso é dirigido aos profissionais graduados, como Psicólogos, Médicos, Educadores, Assistentes Sociais e demais graduados que atuem ou que tenham interesse em atuar nas áreas envolvidas no curso.

OBJETIVO GERAL Formar especialistas em Logoterapia proporcionando a estes profissionais a possibilidade de compreensão do homem com uma abordagem global e transdisciplinar, essencialmente humana, através de ajuda clínica-psicológica, educacional e social, cuja essência seja a busca do sentido da vida.

ESTRUTURA DO CURSO O plano do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Logoterapia é composto por 12 disciplinas (perfazendo um total de 360 horas atividades) e pela elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (artigo científico).

CORPO DOCENTE é formado por professores que são referências no Brasil e no exterior e que há mais de 17 anos vem a Curitiba para aulas na ALVEF.

Custos: – 24X R$550,00 (para pagamento em dia).

Os requisitos para inscrição e matrícula são os seguintes:

1)- Preencher a ficha de inscrição on line no Site www.logoterapiaonline.com.br e enviar.

2) – Efetuar depósito bancário no valor da inscrição (R$180,00) no Banco Itaú-Unibanco;Ag.9282 C/C.35151-0- em nome da Associação de Logoterapia Viktor Emil Frankl, até dia 20/04/2018. No caso de desistência esse valor não será devolvido.

3) – Enviar via E-mail o comprovante bancário, para que seja validada a inscrição.

4) -Com a validação da inscrição, o candidato receberá uma mensagem informando data e horário da entrevista seletiva com a entrega dos seguintes documentos: – currículo breve, comprovante de graduação (cópia autenticada do diploma universitário), cópia do RG e comprovante de residência. Para candidatos de outras cidades, a entrevista será via Skype.

5) -Após o comunicado de aprovação na entrevista, o aluno deverá proceder a matrícula e assinatura de contrato (até o dia 20/04/2018), na sede da ALVEF.

6) – Oinício das aulas será no dia 27/04/2018,sexta feira das 18:30h às 22:00h e no sábado (28/04/2018) das 8:30 às 12:30h e das 13:30h às 17:40h.

7)-Outros esclarecimentos podem ser sanados através do site

www.logoterapiaonline.com.br; e-mail:- alvef@logoterapiaonline.com.br,ou pelo telefone (41) 3223-9101.

Esse curso é reconhecido pelo MEC e pelo Instituto VIKTOR FRANKL de Viena, entidades que emitirão os certificados.

Viver o Presente

Viver o Presente

Viver o Presente – Não estamos livres das pressões costumeiras da vida. Em que idade for sempre nos deparamos com situações que exigem respostas, decisões…

Temos a liberdade de decidir, deixar que decidam por nós ou que a vida assim o faça, mas, seja em que instância for o que ficou estabelecido não deixa de ter um pouco, ou muito, de nossa responsabilidade.

Refletimos, por termos feito ou deixado de fazer algo. Podemos lembrar, do que poderia ter sido ou não ter acontecido, em várias situações. E, ainda, o que teríamos evitado, ou conseguido alcançar…

Seja na escolha da profissão ou quanto àquela moradia. Seja quanto ao tipo de veículo ou quanto à tentativa em outra cidade. Seja morar em outro país ou ao sim àquela pessoa. E em muitas outras situações as pressões da escolha sempre se fazem presentes.

E, sendo assim, estamos com frequência pensando no semear do passado e, por conseguinte, na colheita do presente. Deixamo-nos influenciar pelo tipo de semente lançada e não pelo benefício por ela proporcionado.

Mas, seja para o quê ou para quem, por qual motivo ou circunstância, sempre se colhe algum benefício, até mesmo, e principalmente, o da experiência…

Muitas vezes o resultado de nossas aspirações pode não ter sido o esperado, mas o trilhar de um caminho sempre trás o conhecimento, traduzido em: nessa estrada avançarei ou por esse caminho não mais voltarei…

Viver é uma constante experiência e os erros talvez cometidos no passado certamente transformam-se em conhecimentos a serem utilizados no presente, visando acertos futuros.

Não nos importemos, pois, com as falhas cometidas e nem nos lamentemos pelo que achamos ter perdido ou deixado de conquistar.

Acostumemo-nos sim, a lembrar positivamente do vivido, do experienciado, do termos sido, e de todo o proveito tirado das situações as quais tenhamos participado.

A existência não finda no presente, agora estabelecido, tampouco findará no futuro alcançado, e o ter que decidir é constante, caminha em paralelo. Sempre haverá um momento de sim ou não, como também tempo e ocasião de resgatar, de reagir e redirecionar, de recomeçar…

A vida é dinâmica e constantemente temos que responder ao chamado da responsabilidade. Embora sintamos influências e lembranças do ontem e embora vivamos em função do amanhã, não devemos esquecer que a melhor ocasião ou o melhor momento é o agora, é o já. É nele que contornaremos o ocorrido no passado e é nele que lançaremos as bases, que alicerçarão e fortalecerão a construção do nosso futuro.

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
gvm.vieira@terra.com.br
Tel.: (41) 9141-3141