Valorosas Guerreiras

Valorosas Guerreiras

Valorosas Guerreiras – Homenagem: Dia Internacional da Mulher (Oito de março)

As muitas opções da atualidade despertaram a curiosidade e aguçaram um sentimento de necessidades, com relação às inovações que rapidamente passaram a fazer parte da vida do ser humano.
Em paralelo, o significativo crescimento da população colaborou para aumentar a oferta dos mais variados tipos de bens, que acarretaram mais gastos, mais despesas.
Atraídos pela sedução de muitos desses apelos, tornou-se muitas vezes inevitável, os escorregões, tropeços e quedas no desequilíbrio orçamentário, que apenas um dos cônjuges não conseguiria suportar.
E aí lembramos da mulher, que de forma gradativa e marcante adentrou o mercado de trabalho. Passou a exercer profissões antes tidas como exclusivamente masculinas e ofereceu, além da mão de obra, suas inúmeras qualidades femininas. Lembramos dessa mulher que, além de muitas responsabilidades, incorporou também as financeiras.
De forma solitária ou em parceria conjugal, o auxílio feminino não foi e não é menosprezado. Pode ser encontrado na quitação do imóvel, nas parcelas do veículo, na mensalidade do colégio dos filhos e em muitos outros compromissos… Seja por livre e espontânea vontade ou por força das circunstâncias, assume totalmente as despesas ou colabora na manutenção do lar.

E aí está a mulher. A esposa, a mãe, a companheira, acumulando tarefas de casa, do trabalho externo, do cuidar dos filhos, desdobrando-se também em muitas outras situações em que sua determinação e coragem sejam necessárias.
Mas, apesar de tudo, de tantos méritos e reconhecimentos, essa mesma mulher ainda se depara com muitas e difíceis situações. Vez ou outra ainda esbarra em algum tipo de preconceito. Em algumas oportunidades ainda é preterida ou rejeitada e, não raras vezes, ouve-se algum tipo de reprovação ou comentário, motivado por peculiaridades e outras situações nas quais esteja inserida.

Mas não importam ainda os rótulos, nem o que podem dizer ou pensar. O que importa sim é a sua capacidade de superação, de reação, ampliando constantemente seu espaço e valorizando gradativamente suas conquistas. E a sua conquista maior é a do contexto humano, que, como tal, não se pode prescindir ou deter, pois faz parte da abertura e do crescimento das oportunidades do ser, do ser humano. Devemos, portanto, parabenizá-la, pela quebra de tabus e pelo romper de barreiras. Seja na carreira política ou como policial, seja como motorista profissional ou no âmbito desportivo, e em muitas outras áreas, observa-se, cada vez mais, a presença e a colaboração feminina.
Sabemos não serem poucas, as mulheres famosas e vitoriosas que a História registrou e se incumbirá de lembrar. Mas cabe aqui o reconhecimento à grande maioria delas, que, no anonimato de suas existências, fizeram, fazem e ainda farão, de suas vidas a sua própria história.

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
Tels.: (41) 3223-9101 – 9141-3141
gvm.vieira@terra.com.br

Antropologia, Filosofia e Psicologia

Antropologia, Filosofia e Psicologia

Antropologia, Filosofia e Psicologia – Há muito tempo atrás, os fortes temporais que desabavam sobre a face da terra traziam o pânico, quando os relâmpagos irrompiam, repentinamente. Os estrondos, causados pelos trovões, não eram menos assustadores.
O sol e a lua eram divindades, simbolizando algo que não se conhecia, pois existiam, e tinham que ter suas finalidades.
O fogo, recém-descoberto, passou a ter utilidades, não servindo apenas para causar queimaduras.
Outras associações e descobertas faziam parte desse contexto lento, porém gradativo da pré-história. Peles de animais transformaram-se em vestimentas. Pedras e madeiras foram se transformando em variados tipos de utensílios. Pinturas na rocha e outras marcas deixadas escondiam enigmas a serem decifrados.
E assim, o antigo homem necessitava, instintivamente, associar, referenciar e simbolizar, fatos presenciados e vividos.
Essas transformações careceram de um estudo amplo e abrangente, que se reportasse às raízes mais antigas. Surge então a Antropologia, com a tarefa de estudar a evolução do homem, em seu contexto biológico, social e cultural.
Mais tarde, na sequência evolutiva, uma nova fase. É o ser humano que faz indagações, que almeja por respostas. Quer ampliar o saber, quer conhecer a si próprio e o modo de interagir, com tudo o que lhe rodeia. É a fase da procura por um saber, que possa desvendar mistérios, explicar causas e efeitos. É a Filosofia, com os pensadores, com os sábios…
Sócrates, Platão, Aristóteles e Pitágoras, foram alguns dos que sabiam da necessidade do saber, em toda a sua magnitude cultural e social. Na oratória, nos provérbios, pensamentos e textos, as associações e símbolos também se faziam presentes. Levavam à reflexão, nos ensinamentos, conselhos e exortações ao crescimento do homem, quanto aos valores, éticos, morais e espirituais.
Bem mais adiante, hipóteses e interpretações tentam decifrar associações, referências e símbolos, que ainda se fazem presentes na busca por si mesmo. Realidades internas e externas. Pensamento, comportamento, hereditariedade e meio ambiente. Condicionamento, motivação, aprendizagem, estímulo e resposta… É a Psicologia, se propondo a desvendar, entender e auxiliar, em questões as mais diversas, principalmente naquelas que envolvem o âmbito psíquico e emocional. É a ciência do auxílio à amplitude do contexto do ser, do ser humano, em suas buscas, em seus questionamentos, anseios e diversas necessidades. Em quais questões sejam, esse conhecimento se esforça para também decifrar, elucidar e responder as insatisfações e inquietações humanas.
Passaram-se os anos e séculos, milênios e épocas, mas as buscas não cessam, continuam.
E aí estão: Antropologia, Filosofia e Psicologia, diferentes em suas definições, iguais em seus objetivos, de estudar e compreender, de contribuir e auxiliar. Três ciências unidas, nos aspectos cultural, social e mental. Uma integração de conhecimentos, visando proporcionar melhor entendimento e condições, para uma vida mais consciente e estruturada, equilibrada, harmoniosa e feliz.

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
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Uma Razão para o Sentido

Uma Razão para o Sentido

Uma Razão para o Sentido – Quão gratificante é, ouvirmos ecoar, através das mais diversas formas da mídia, as notícias que gradativamente chegam a todos os cantos do mundo. Intuição e prática, conhecimento e fé, ciência e religião, cada vez mais próximos… Estudos e pesquisas cada vez mais nos falam da integração corpo e alma.

Desde Sócrates e Platão, e passando por uma infinidade de outros famosos nomes, o biológico e o psíquico sempre foram alvo de atenção. Separados por uns, aglutinados por outros, corpo e psique sempre suscitaram o desvendar de mais e mais conhecimentos. A medicina evoluiu; antropologia, filosofia e psicologia colaboraram nessa caminhada evolutiva.

Separados ainda, mas não divididos, sentido e razão aproximam-se de uma unicidade, na qual holismo e ecumenismo fazem com que razão e intuição e pensamento positivo e oração, caminhem juntos.

Nada mais coerente lembrar então de um ser, o ser humano… Com seu corpo biofísico, com seu viver e conviver… Com sua infinidade de sonhos, reais e imaginários e com sua interioridade maior, a sua espiritualidade.

Tudo isso nos lembra a vida, uma vida integral, em toda a sua plenitude. É… faz sentido, sentirmos toda essa vibração, falando ao nosso próprio eu, lembrando essa integração que nos acompanha. E como é bom vermos manchetes que falam dessa integralidade do ser, como é bom sabermos o quanto faz sentido, o sentido da vida… Objetivos propostos, metas a alcançar, o corpo é quem age, mas o espírito é quem comanda… Povos antigos já acreditavam, já falavam de uma instância maior.

No século passado, o médico Viktor Frankl, criador da psicoterapia do sentido da vida (Logoterapia), falou e viu, ouviu e sentiu. Escreveu suas teorias e vivenciou a prática, como prisioneiro, nos campos de concentração pelos quais passou. E reagiu, superou, venceu… Seus livros contam suas experiências e seus sofrimentos deixaram o entendimento do que atualmente se constata: a grande importância, o valor do sentido da vida.

Por tudo isso, lembremo-nos então do biológico, do social e do psíquico, não em camadas ou em grupos estanques, mas de uma sequência, lógica, gradativa ou de um caminhar constante à mais profunda instância do eu. E essa instância é o núcleo espiritual, é a instância noética. É a energia transformadora, oculta, mas que, quando necessário, revela-se, levando à transcendência.

Cuidemos então da vida, tratando da nossa unicidade. Evoluamos na existência, tratando da vida. Se fizermos por nós, fazemos também por outrem, se fazemos por outrem consequentemente crescemos juntos. Somos cada qual uma individualidade, que necessita, porém, da coletividade. Lutemos e cresçamos, aglutinemos forças, pois saindo de nós a vida nos chegará, e indo em direção ao mundo, certamente chegaremos até nós.

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
Tel.: (41) 9141-3141
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Prof. Dr. Bruzzone Curitiba

Prof. Dr. Bruzzone Curitiba

Aulas com o Prof. Dr. Bruzzone: dia 23.01 Curso de Logoterapia Clínica, das 8:00hs às 17:30m e Curso de Pós-Graduação das 18:00 às 22;00 . No dia 24.01 das 8:30hs as 17:00hs Curso de Pós-Graduação . Ligue: 91967906 Paulo Neto

Chegada do Prof. Daniele Bruzzone a Curitiba – presidente da ALAEF da Itália e Prof. Guilherme Falcão presidente da ABLAE – do Brasil. Duas associações de LOGOTERAPIA . Recepcionado também por Paulo e Tânia da ABLAE.

Medalhas da Vida


Medalhas da Vida : Não são poucos os que almejam por melhor refeição. São muitos os que se esforçam nos estudos, para melhorar a qualificação e remuneração. Enorme é o número de pessoas que sonham com a moradia própria, ou com a melhoria da habitação. Muitos desejam mais saúde, aspiram por um corpo são. Todos, porém, almejam por segurança, a tranquilidade da bonança, querendo fugir da tempestade, se livrar do furacão…
E assim, de sonho em sonho, de aspiração em aspiração, o ser humano se vê, forçosamente, inscrito nas olimpíadas da vida. E desde cedo, sem treinamento ou preparação, com pouca ou nenhuma condição, chega a limites inimagináveis, superações inacreditáveis.
As competições são muitas, os obstáculos inúmeros. São as lutas com relação a objetivos próximos ou metas distantes, que requerem muito esforço para vencer barreiras e superar limites.
Exige-se inspiração, sacrifícios e transpiração, para as mais diversas, esperadas e inesperadas modalidades de competições.
Força, coragem e determinação não faltam para se atingir os muitos índices, diferentes etapas ou diversos pódios.
A imensa maioria dos competidores não fica famosa, mas faz da sua valorização pessoal o seu próprio sucesso.
As recompensas são outras e os triunfos diferentes. De forma individual ou junto à equipe da família, colecionam suas vitórias. Em qualquer tipo de categoria ou de modalidade, as medalhas conquistadas não possuem distinção nem cor, mas não deixam de ter seu valor. Trazem em si exemplos de disciplina, dedicação e força de vontade. Virtudes talvez não divulgadas ou percebidas e muitas vezes não patrocinadas…
As vitórias festejadas, e também sofridas, têm o inestimável sabor de missão cumprida, de exemplo a ser seguido e de esforço recompensado.
Os troféus não são expostos publicamente, mas se mantém guardados no íntimo do coração, local especial, reservado às inúmeras conquistas do cotidiano.
E assim, na marcha da existência ou nas corridas do dia a dia, muitas vitórias são obtidas, muitos recordes são quebrados. E de competição em competição, todas essas conquistas, superação de limites e títulos alcançados não têm, muitas vezes, o retorno financeiro ou da fama, mas têm como recompensas outros tipos de medalhas. São as ocultas, inestimáveis, insubstituíveis e tão significativas, medalhas da vida!…

Geraldo Vieira de Magalhães
Psicólogo – CRP 08/06392
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